Entrei nisto cedo o suficiente para ter de aprender um pouco de tudo, ou nada funcionava: design, código, entrega, o negócio que segura tudo por baixo. Onde acabei por me especializar foi na gestão — em operações, sobretudo. Ver como as peças encaixam acabou por ser o trabalho.
Hoje trabalho de forma independente, a ajudar equipas a entregar aquilo que se propuseram a construir. É a maior parte do que faço, e chega. Os logótipos de clientes e o historial arrumadinho vivem no LinkedIn — esta página é para o resto.
Sobretudo, é aqui que escrevo. Ensaios sobre as coisas a que volto sempre: IA acima de tudo — construo com ela todos os dias, e prefiro escrever a partir daí do que a partir do folheto — mas também mercados, gestão e uma ou outra peça de tecnologia antiga que ainda tem algo a dizer. Interessa-me menos adivinhar o que vem a seguir do que perceber o que se aguenta depois de usarmos mesmo as ferramentas.
Parte disto nada tem a ver com trabalho — um livro, uma máquina com que cresci, algo que me fez rir. Isso costuma acabar na página Agora.
Se quiseres dizer olá, estou logo aqui em baixo.